Violeta Viola

25 junho, 2010

pin-up

Filed under: drawing,mulheres representadas — Violeta Viola @ 6:17 pm
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senhorita

a senhorita sonhadora

22 novembro, 2008

Dias de agendas

Filed under: Uncategorized — Violeta Viola @ 4:11 pm

Friday, Viernes, Sexta

Friday, Viernes, Sexta

Agenda de dias

Filed under: prosa — Violeta Viola @ 3:57 pm

Em locais onde sou obrigada a ficar esperando para ser atendida, ou leio um livro, ou escrevo observações, ou rabisco na agenda do ano. Os compromissos nem sempre estão apontados. Na ponta do lápis ou da caneta, rabisco.

Nesta que ora vos apresento tem outro desenho:

numa hora de espera

numa hora de espera

21 novembro, 2008

VARIO

Filed under: prosa,Uncategorized — Violeta Viola @ 10:54 pm
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Outro dia ouvi dizer que blogs só servem como diários, foram criados para isto. Pode até ser que tenham sido criados para tal, mas creio que já houve uma mudança e, hoje, eles servem para diferentes usos.

Este blog não é diário, nem anuário, nem noticiário.

É vário! Eu vario.folha_guardada

Registros ocasionais. Tal como faço em agendas.

22 agosto, 2008

Casa de bruxa

Filed under: Uncategorized — Violeta Viola @ 1:21 am

Vou contar sobre os dois que vieram aqui em casa consertar o aparelho de som. Recomendação de um amigo.

Chegaram, deram umas mexidas, engatilharam tudo. Tagarelaram muito enquanto faziam os gatilhos. Mais tarde trocariam as peças que estavam em péssimo estado, prometeram. Ótimo.

Como tinham realizado a tarefa e nada mais havia a fazer – uma daquelas situações em que, por ser amigo de amigo, nos sentimos na obrigação de cumprir certos rituais de boa convivência – começaram a olhar para os lados.

Loucura total.

Acharam coisas estranhíssimas: pedaços de animais marinhos calcificados; objetos de ferro de formas estranhas com uns duzentos anos de existência; patos, elefantes, cavalos, coruja vermelha, coruja de cor natural, homens caminhando sobre a mesa levando cestos de peixes na cabeça; pedras de várias cores e tamanhos; um cego com seu guia comendo melancia; abóboras, pássaros, areias presas na parede para não escapar; seres estranhos saindo de um espelho; uma casa seca de camotinho, do tamanho de uma bola de futebol, dentro de um pote de latão; uma pedra redondinha de pó de mármore com barro, de consistência estranha e gostosa de ter na mão; anjos deitados no vidro, ou presos numa grade ferruginosa, mas polida; um tronco de árvore cavernoso com labirintos provocados em sua dura superfície; máscaras, máscaras e mais máscaras estranhas olhando-os.

Foi demais. Os tagarelas emudecidos mal balbuciaram que estavam com muita pressa e dispararam assustados porta fora.

5 agosto, 2008

Renovando laços

Filed under: poesia — Violeta Viola @ 8:47 pm
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Oi!

Como previsível Fênix, estou de volta.

Com tens passado?

A vida tem começado a te sorrir?

Surgiu um novo amor?

Uma nova esperança?

Teus filhos vão bem?

Tua alma como está?

E teu corpo te é uma boa companhia?

Beijinhos da amiga,

Violeta

1 agosto, 2008

Frangos abatidos

Filed under: Arte contemporânea — Violeta Viola @ 10:53 am

26 junho, 2008

Num ano qualquer

Filed under: Uncategorized — Violeta Viola @ 7:52 pm

no cabeçalho de uma folha de caderno

enquanto a mente vagava

por paragens idílicas

… … …

6 maio, 2008

Essais de Montaigne – L’Humaine condition

Filed under: filosofia — Violeta Viola @ 11:27 pm
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De cent membres et visages qu’a chaque chose, j’en prens un… J’y donne une poincte, non pas le plus largemente, mais le plus profondément que je sçay… sans desseins, sans promesse, je ne suis pas tenu d’en faire bon, ny de m’y tenir moy mesme, sans varier quand il me plaist, et me rendre au doubte et à l’incertitude, et à ma maistresse forme qui est l’ignorance… (1,50, p.578 )

Il n’y a que vous qui sçache que vous estes lache et cruel ou loyal et devotieux; les autres ne vous voyente point, ils vous devinent par conjectures incertaines… (3,2, pp.45/46)

Para facilitar, uma tradução livre:

Dos cem membros e aspectos que tem cada coisa, pego um… Dou um ponto, não o mais largamente, mas o mais profundamente que sei… sem projeto, sem promessa, não sou obrigado a fazê-lo bem, nem de conservá-lo eu próprio, sem alterar quando me apraz, e me entregar à dúvida e à incerteza, e à minha habilidade dominante que é a ignorância…

Somente tu sabe se és covarde e cruel ou leal e devotado; os outros não te vêem, te adivinham por conjecturas incertas…

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